Esse BLOG foi criado com a finalidade de poder compartilhar com colegas e profissionais da educação que assim como eu,tenham PAIXÃO pela arte de educar: Atividades Escolares, Projetos de Trabalho; Projetos Didáticos e de Interveção Pedagógica; Textos diversos, Propostas de Sequências Didáticas, Educação de Jovens e Adultos; e outros Instrumentos norteadores das ações escolares e do dia-a-dia dos professores, gestores e do Professor Coordenador no cotidiano escolar.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
PROJETO INSTITUCIONAL - A DIVERSIDADE ATRAVÉS DE TRAÇOS, CORES E FORMAS!
Observação: As atividades desse projeto integraram outras atividades do Projeto Institucional que foi apresentado no Seminário de Educação Infantil da Rede Municipal de Itabuna/2013. Foi mais um sucesso da prática pedagógica desenvolvida na nossa instituição! Muito obrigada à direção a todas as educadoras, crianças, famílias e funcionários pelo brilhantismo do trabalho realizado!! Coord. Pedagógica
1. Nome: A diversidade através de traços, cores e formas!
2. Tema: Riscos e Rabiscos na 1ª Infância!
3. Justificativa:
PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA
PROGRAMA: FORMAR EM REDE
CMEI – Centro Municipal de Educação Infantil Professor Gil Nunesmaia
Coordenação Pedagógica: Márcia Cristina Pereira Cruz e Jacqueline Mesquita
PROJETO INSTITUCIONAL
1. Nome: A diversidade através de traços, cores e formas!
2. Tema: Riscos e Rabiscos na 1ª Infância!
3. Justificativa:
Observando-se as práticas educativas desenvolvidas no contexto institucional, percebe-se que a arte se faz presente nos planejamentos das educadoras do CMEI – Centro Municipal de Educação Infantil Professor Gil Nunesmaia através das mais diversas formas de expressão: pintura, recorte, modelagem, dança, música e mais fortemente através dos desenhos feitos pelas crianças que através de riscos e rabiscos expressam seus sentimentos e compreensões à cerca do mundo e das coisas que nele existem. Além do mais, o desenho, composto por traços, cores e formas podem expressar ainda o olhar da diversidade que é e deve ser construído nas crianças desde a primeira infância. Assim, esse projeto se justifica não pela necessidade de inserção do desenho, como prática pedagógica em nossa instituição, uma vez que tal prática já está intrínseca no dia-a-dia das nossas turmas de creche e pré-escola, mas pela importância que atribuímos à arte e especificamente ao desenho como uma porta que se abre para a expansão do imaginário infantil. E também pela necessidade de aprimorar ainda mais tal prática em nosso contexto, buscando agora aprofundar o olhar do adulto à cerca da importância do desenho e de sua compreensão como um significativo instrumento da expressão infantil.
4. Revisão de bibliografia
Segundo Aurélio (1993), desenho é "representação de formas sobre uma superfície, por meio de linhas, pontos e manchas. A arte e a técnica de representar, com lápis, pincel e etc., um tema real ou imaginário, expressando a forma. Traçado, projeto".
O significado do desenho em grego é traçar, arranhar, redigir, dentre outros. Com os afixos seu sentido passa a ser: corrigir, transcrever, traduzir, etc.
Para Roland Chemam, (1991) o adulto se expressa principalmente com palavras, elas se tornaram pra o homem o meio mais eficaz de comunicação, contudo, no mundo infantil é diferente, as crianças expressam-se por outros meios: jogos, brincadeiras e acima de tudo por desenhos, que representam objetos, familiares, suas preocupações e sentimentos.
O desenho é o meio pelo qual a criança permite transparecer seu interior, seu consciente e seu subconsciente, apresentando enorme importância para a comunicação eficaz e o entendimento desse "ser tão pequeno" que muitas vezes não sabe como comunicar-se através das palavras. Roland (1991) afirma ainda que: "no que concerne ao desenho de criança, parece natural que ele constitua uma espécie de via privilegiada de acesso ao inconsciente".
A ação da criança, através do desenho demonstra seu nível de desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e emocional. Geralmente, desenhar é algo prazeroso para a criança, e à medida que ela é estimulada a fazê-lo e o faz com algum sentimento, sua comunicação gráfica se torna mais clara e tem mais a dizer sobre seu ser.
Para Vera Barros (1998), "aprender a fazer essa leitura é, sem dúvida, um grande e apaixonante desafio, pois, ao tentá-la, cada vez mais vamos desvendando a imensa complexidade e flexibilidade do misterioso processo de adaptação ao meio".
A criança responde aos estímulos recebidos do meio e das relações que estabelece com ele. O desenho é uma das mais eficazes maneiras de entender como a criança está lidando com esses estímulos e desvendar o que pode não estar coerente com uma infância saudável e feliz.
Quanto mais se amplia a realidade da criança, mas ela terá a necessidade de organização e adaptação, e representará tamanha necessidade de maneiras diversas. É preciso acompanhá-la, observá-la e ajudá-la nesse processo, e enfatizando a participação do desenho infantil nessa comunicação, é preciso entendê-lo para entender a infância.
O desenho infantil evolui conforme o desenvolvimento da criança. Desta forma, à medida que cresce, seu desenho tem mais perfeição, e consequentemente, mais mensagens do consciente e inconsciente.
Bédard (1998) traduz alguns significados dos desenhos infantis, entre eles:
Desde o nascimento a criança se depara com Artes Visuais: nas cores e figuras de uma parede, em um quadro, nas ruas, em casa, nos brinquedos e em todos os lugares presentes no cotidiano da vida infantil. “Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis.” (Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, vol. 3, pag. 85.).
As crianças têm suas próprias impressões, ideias e interpretações sobre a produção de arte e o fazer artístico. Tais construções são elaboradas a partir de suas experiências ao longo da vida, que envolvem a relação com a arte, com o mundo dos objetos e com seu próprio fazer. As crianças exploram, sentem, agem, refletem e elaboram sentidos de suas experiências. A partir daí constroem significações sobre como se faz, o que é, para que serve e sobre outros conhecimentos a respeito da arte. É no fazer artístico e no contato com os objetos de arte que parte significativa do conhecimento em artes visuais acontece.
5. Objetivos:
5.1. Objetivo Geral
• Oportunizar a vivência dos elementos de linguagem gráfica e plástica (traços, formas, textura, cores, tamanho e variedade de suportes) nas atividades de artes visuais.
5.2. Objetivos específicos:
• Enriquecer as experiências e expressão criadoras das crianças.
• Possibilitar o exercício da escolha.
• Desenvolver a autonomia da ação na utilização dos “espaços” de expressão em artes visuais (desenho e pintura) nos seus diversos aspectos e momentos de produções.
• Desenvolver o trabalho em grupo, possibilitando a troca de experiências e a socialização de descobertas que surgirem no transcurso do projeto.
• Permitir o trabalho individual e introspectivo.
6. Competências/Ações necessárias:
6.1. Direção/Coordenação:
• Construir o Projeto Institucional;
• Apresentar o Projeto Institucional à comunidade escolar e famílias das crianças e discutir a viabilidade de operacionalização do mesmo na unidade;
• Interessar-se e envolver nas ações do projeto;
• Zelar pela construção, preservação e manutenção dos espaços, matérias e produções das crianças;
• Garantir a realização do cronograma de formação em contexto com a temática do Formar em Rede;
• Participar do processo de pesquisa, elaboração e distribuição de materiais teóricos e práticos relacionados às temáticas estudadas nas formações do contexto;
• Organizar e realizar os encontros de formação no contexto;
• Articular e fomentar a participação de todos os profissionais da instituição na efetivação das ações do Projeto Institucional;
• Desenvolver ações de parcerias com as famílias e comunidade local nas atividades do projeto;
• Organização e realização de oficinas para descoberta e exploração das habilidades artísticas dos funcionários e das famílias;
• Organização de espaços de exposição dos materiais produzidos pelas crianças durante todo o período de desenvolvimento das atividades do projeto;
• Reconhecer e estimular o esforço dos educadores docentes e não docentes nas ações do projeto;
• Perceber e investir nas habilidades artísticas do grupo para fortalecendo as ações do projeto;
• Reconhecer a importância do significado artístico por meio de ações práticas (fazer artístico);
• Aprofundar os conhecimentos e compreensões sobre a linguagem artística;
• Orientar os educadores em seus planejamentos didáticos metodológicos em arte, oportunizando o uso dos conhecimentos adquiridos nas formações em suas práticas com as crianças;
• Providenciar todo o material necessário para a operacionalização das atividades de desenho e pintura;
• Implantar, acompanhar e auxiliar os educadores na organização de um ambiente que privilegie o desenvolvimento da linguagem artística com recorte para desenho;
• Oportunizar a apreciação dos diferentes ambientes e paisagens da instituição e seu entorno, promovendo o desenvolvimento da criatividade, sensibilidade e imaginação nas produções de desenhos.
6.2. Educadores (as) /Auxiliares do Desenvolvimento Infantil
• Realizar técnicas específicas de desenho nas atividades com as crianças;
• Utilizar os conhecimentos adquiridos nas formações em contexto em favor do aprimoramento da qualidade das propostas com desenho;
• Participar de forma dinâmica dos encontros de formação em contextos e com a realização das ações do projeto;
• Organizar os espaços e materiais necessários e suporte diversos suportes às produções das crianças antecipadamente;
• Permitir o trabalho individual e introspectivo;
• Estabelecer uma relação entre o conhecimento conquistado na prática, o fazer da criança com a cultura nos diversos espaços que a comunidade oferece;
• Garantir o espaço da expressão individual da criança na vivência de um processo criativo a partir do desenho;
• Planejar e operacionalizar situações de apreciação das crianças com suas próprias produções, dos colegas e outras produções de artísticas locais, regionais, nacionais e internacionais;
• Selecionar e organizar produções das crianças documentando-as por meio de registros em portfolios;
• Planejar e desenvolver propostas de desenho que oportunizem o conhecimento e o respeito à diversidade cultural.
• Realizar visitas em locais de manifestações culturais e artísticas como: A FICC; Centro de Cultura Adonias Filho, Museu Amélia Amado, Casa de Jorge Amado.
6. 3 Crianças:
• Desenvolver o gosto pelo desenho, respeitando a própria produção e a produção dos colegas;
• Desenvolver a capacidade de organização e cuidado no espaço utilizado para a realização das produções, pelo uso adequado e otimizando dos materiais, utensílios, ferramentas e mobiliários.
• Escolher os materiais disponíveis para as suas produções, desenvolvendo a autonomia.
• Manifestar sentimentos, ideias e suas compreensões do mundo por meio do desenho.
7. 0 Algumas vivências desenvolvidas com as crianças (imagens):
Desenhos da Pré-escola ( grupos de crianças de 04 e 05 anos)
Vivência a partir do documentário: As mulheres girafas da tribo Karen na Tailândia
Vivência a partir da história a menina bonita do laço de fita!
Desenhos produzidos pelas crianças da Creche (03 anos)
Vivências realizadas a partir da releitura de Máscaras Africanas!
Vivências realizadas a partir da leitura de contos africanos: Bruna e a galinha d'angola e a Botija de Ouro!!!
Vivências realizadas a partir do trabalho com leituras e releituras de imagens de pinturas africanas!
8.0 Resultados Esperados:
• Elementos da linguagem artística (gráfica e plástica) vivenciadas.
• Experiências e expressões criadoras das crianças enriquecidas;
• Conhecimentos a cerca da linguagem artísticas (desenho e pintura) ampliados e compreendidos pela comunidade escolar.
• Ambiente que privilegie o desenvolvimento da linguagem artística (desenho e pintura) implantado e organizado.
9.0 Referências bibliográficas:
CUNHA, SUZANA RANGEL VIEIRA DA. Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. Editora: Mediação. Porto Alegre 2001.
DIAS, CÉLIA MORAES & NICOLAU, MARIETA LÚCIA MACHADO (Orgs.). Oficinas de sonho e realidade na formação do educador da infância. Editora: Papiros. Campinas/SP: 2003.
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PROJETOS INSTITUCIONAIS
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
SEQUÊNCIA DIDÁTICA - ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
CMEI – Professor Gil Nunesmaia
Coordenação Pedagógica do segmento creche: Márcia Cruz
Turma: Pré-escola 04 anos
Projetos: Gestão para a saúde: Comer! Comer! Gostosuras que prazer! Pequenos Poetas! Grandes Escritores!
Educadora: Eliana Lino
Proposta de trabalho: Sequencia Didática
Tema: Alimentação e saúde
Objetivos da proposta:
• Promover a reeducação alimentar das crianças da pré-escola;
• Combater o desperdício dos alimentos na instituição e em casa;
• Promover o desenvolvimento de hábitos mais saudáveis quanto à alimentação e à saúde dos pequenos;
1. Ponto de partida: (elemento detonador) Poema: Alimentação saudável
Alimentação Saudável
Para termos saúde
muito leite devemos beber
para termos ainda mais cálcio
queijo e iogurte devemos comer!
Ovos, carne e peixe
alimentos que devemos comer,
dão-nos proteínas
para nos ajudar a desenvolver
Massa, batatas e pão
estão na nossa alimentação
arroz, feijão e grão
devemos comer com moderação.
Marta Oliveira
• Fazer a leitura em voz alta do poema para as crianças; chamar a atenção para as rimas presentes;
• Conversar na rodinha: Qual o nome do poema? Para eles o que é ter uma alimentação saudável (estigar a conversa sobre o que eles comem? O que gostam de comer? Se é bom ou não para a saúde? Por que?
• Falar para as crianças que a instituição desenvolve um projeto chamado: Comer, Comer! Gostosuras que prazer que tem a finalidade de: (apresentar os objetivos da proposta) e que estaremos desenvolvendo muitas atividades que os ajudarão a se alimentar e a cuidar melhor da saúde)
2. Fazer um cartaz ilustrado com o poema (com as crianças) – usando a escrita e desenhos e/ou gravuras relacionadas com as comidas que aparecem no poema – afixa-lo na parede;
3. Linguagem Verbal Oral: Conversa na rodinha: Como será que estamos nos comportando na hora da alimentação na instituição?
• Exibição de vídeo/slids de momentos de alimentação: lanche e almoço na instituição;
• Refletindo as cenas do vídeo/slids exibidos:
• O que acharam? O que viram é agradável aos olhos? Ao corpo? À instituição?
• È correto? Tem que ser assim mesmo? Ou pode ser diferente? Como? Por quê? – Discutir bastante cada cena com as crianças.
4. O que estamos comendo na instituição? Trabalhar com o cardápio da instituição – colocar o cardápio na cartolina – leitura; discussão dos gostos – listar e fazer uma eleição para ver quais os preferidos pelas crianças dentre os que são servido.
5. Nova leitura do poema: meninos a 1ª estrofe, meninas a 2ª estrofe e assim sucessivamente – falar com as crianças sobre o que são as estrofes de um poema; mostrar, ler, contar;
• Produção Coletiva de texto: Acordo coletivo: Mandamentos dos pequenos cidadãos da alimentação (Construir um acordo com as crianças quanto: a higienização das mãos antes das refeições: à ordem e organização das filas na hora do lanche e almoço; na ordem na utilização dos utensílios – pratos e outros; a ordem no self service; à quantidade e qualidade de comida que se deve colocar no prato; da acomodação depois de servir-se (onde sentar, como se comportar à mesa, não deixar restos nos pratos); da devolução dos utensílios à cozinha; do comportamento depois que terminar o lanche ou a refeição (encaminhamento: para onde iremos?)
6. Culinária: escolher uma receita de bolo: de banana, cenoura, aipim, abacaxi, limão, morango (qualquer fruta ou legume) – trabalhar primeiro a receita (ressaltando quanto à tipologia e gênero) e seu uso na sociedade (serve para que?) – ingredientes da receita;
• Fazer o bolo com as crianças – explorando as cores, cheiros, texturas e sabores de cada ingrediente, as medidas, quantidades e temperatura (quente, frio, morno);
7. Nova leitura do poema: meninos a 1ª estrofe, meninas a 2ª estrofe e assim sucessivamente: trabalhar só com a 1ª estrofe:
Para termos saúde
muito leite devemos beber
para termos ainda mais cálcio
queijo e iogurte devemos comer!
O que diz essa estrofe?
Quais os alimentos que estão presentes nessa estrofe do poema?
Por que devemos ingeri-los? Em que são ricos?
Obser: antes o professor deverá fazer uma pesquisa sobre: leite, queijo, iogurte e outros derivados – ver vitaminas presentes e em que contribuem para a saúde;
8. No cineminha: Exibição do vídeo: De onde vem o leite? Do Programa TV escola;
Primeiro exibir integralmente – depois ir passando devagarinho e discutindo com as crianças sobre o que descobriram através do vídeo;
9. Linguagem Verbal (oral): Nova leitura do poema: meninos a 1ª estrofe, meninas a 2ª estrofe e assim sucessivamente: trabalhar só com a 1ª estrofe:
10. Linguagem do jogo simbólico: Desenvolvimento da brincadeira da sugestão (Xerox que fora entregue na AC) – Cobra-cega: “Que alimento é esse?”
11. Linguagem Verbal Oral: Conversa na rodinha: Tema: Boas maneiras à mesa (discutir, construir e expor no ambiente)
Construção de lista coeletiva com alguns itens de boas maneiras citados pelas crianças;
12. Linguagem Verbal Oral: Leitura coletiva da 2ª estrofe do poema:
Ovos, carne e peixe
alimentos que devemos comer,
dão-nos proteínas
para nos ajudar a desenvolver
Comer rima com...
Quais os alimentos que aparecem na 2ª estrofe? Quem gosta? Quem não gosta? Por quê?
Qual desses é o nosso preferido?
Construção de gráfico de barras dos três qual o mais preferido pelas crianças;
13. Leitura oral coletiva da parlenda: A galinha do vizinho -
(ler primeiro em voz alta para as crianças, depois fazer a leitura oral coletiva com as crianças – fazer brincando – Explorar os numerais que aparecem na parlenda: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,8, 9, 10; (quanto à forma, ao nome e relacionar à quantidade usando materiais concretos: 1? = 1 lápis; 4?= 4 caixinhas mostrando o numeral, nome e objetos, (as crianças e você);
14. Linguagem Visual e verbal: Cineminha: De onde vem o ovo? Exibição e discussão;
Linguagem não verbal:
• Ilustração – O percurso do ovo até chegar à nossa mesa – Com desenho baseados na exposição do vídeo;
15. Linguagem Culinária – Receita de omelete: Trabalhar a receita (estrutura, ingredientes, medidas, modo de fazer);
Preparar um grande / ou pequenos omeletes com as crianças – degustar
16. Linguagem verbal oral: Carnes também tem cor? Quais as cores das carnes (classificação) Discussão na rodinha – O que são carnes brancas? O que são carnes vermelhas? Quais são as mais recomendadas para a nossa saúde? Porque?
17. Exibição de documentário sobre carnes vermelhas e carnes brancas.
• Conversando sobre o vídeo: O que eu vi? O que eu aprendir?
18. Linguagem do jogo simbólico: Brincadeira de roda: De abóbora faz melão, de melão faz melancia;
19. Leitura oral por grupo do poema – alternando entre meninos e meninas;
• Brincadeira: cara colorida (vê sugestão entregue na AC);
20. Linguagem matemática: leitura da parlenda: Um, dois, feijão com arroz (ler primeiro em voz alta para as crianças, depois fazer a leitura oral coletiva com as crianças – fazer brincando – Explorar os numerais que aparecem na parlenda: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,8 (quanto à forma, ao nome e relacionar à quantidade usando materiais concretos: 1? = 1 lápis; 4?= 4 caixinhas mostrando o numeral, nome e objetos, (as crianças e você);
21. Linguagem verbal oral: Nova leitura oral da parlenda pelas crianças:
• Trabalhar com as rimas presentes na parlenda: ( no oral e na escrita usando letras móveis);
Um, dois
Feijão com arroz...
22. Leitura oral coletiva da parlenda com as crianças: (com a folha xerografada); pedir para elas circularem os nomes de alimentos que aparecem na parlenda com lápis colorido; depois pedir para citarem quais os nomes de alimentos que aparecem na parlenda e que eles circularam; construir coletivamente a lista na lousa; trabalhar com as palavras da lista uma a uma: Qual a letra inicial? Final? Quais as letras intermediárias? Quantas letras? Quantas sílabas? Que letras usamos para escrevê-las? Usar letras móveis em grupinhos e no individual.
23. Construção de um livreto ilustrado com alimentos como: leite e seus derivados, ovos, peixe, carne, macarrão, batata, pão, feijão, arroz, grãos, etc. o desenho, a ilustração, os nomes, o valor nutricional etc.
Observação: propostas em construção
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SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS COM POEMAS
Sequência Didática - Tema: Amizade
CMEI – Professor Gil Nunesmaia
Coordenação Pedagógica do Segmento Pré-escola: Márcia Cruz
Proposta de Sequência Didática
Período: de 15 a 26/07 de 2013
Proposta de Sequência Didática
Tema: Construindo amigos, conquistando afetos!
1º Dia: 15/07 –
1º Momento: Rotina: Dentro do recomendado pela coordenação;
• Conversa na rodinha com a temática amizade: Pesquise em casa em revistas, gravuras de pessoas em situação de demonstração de afeto: abraçando, beijando, de mãos dadas, acariciando, etc. Na rodinha vá mostrando as gravuras às crianças e pedindo para que eles façam leituras à cerca das imagens exibidas. Questione para instigar a discussão: O que estão vendo nessa gravura? O que as pessoas estão fazendo? Por que será? Quando é que as pessoas se abraçam? Como pode ser o abraço? Por que as pessoas se abraçam? Gostam de abraçar? Por quê? E o beijo? E o aperto de mão? (fazer questionamentos á cerca de todos esses gestos de afeto e deixar que as crianças exprimam seus sentimentos á cerca dos mesmos);
• Suco da amizade: Paladar/ descobrindo sabores: (em duplas de turmas) – fora da sala de aula ( na frente da instituição, no pátio, no solário, no parque etc.): Escrever a receita do suco no papel crafty (cada professora faz o seu cartaz), mas na hora da atividade será usado apenas 01; levar para a sala os ingredientes: (água, açúcar, cenoura e laranjas, liquidificador, copos e colher); montar o espaço onde será realizada a receita;
Mostrar a cenoura e a laranja para as crianças – questionar se sabem o que é? Se gostam? Sobre as cores?
Passar uma bandeja com minúsculos pedacinhos de laranja e de cenoura para as crianças degustarem;
Esclarecer para as crianças: Hoje nós vamos fazer um suco que nós vamos chamar de suco da amizade porque surge da união da cenoura com a laranja para formar um novo sabor. Antes, porém, nós vamos fazer uma brincadeira para experimentar outros sabores que existem.
Colocar em recipientes: sal, limão ou vinagre, açúcar e pó de café ou pedacinhos de jiló) e com as crianças com os olhos vendados, ir passando os produtos e com o auxilio de uma colherinha colocar na língua das crianças para que eles identifiquem os sabores (doce, azedo, amargo, salgado);
Questionar oralmente sobre o que sentiram e sobre os sabores experimentados e qual órgão dentro da boca que é responsável por sentirmos os sabores; esclarecer que além de doce, azedo, salgado e amargo no mundo existe uma infinidade de sabores;
Explicar a receita do suco; fazê-lo, colocar nos copos e pedir que cada criança escolha um amiguinho da turma para servi-lo;
Para finalizar a professora pega as gravuras usadas na rodinha e pede para que as crianças colem em um mural preparado por ela com o título:
“ Construindo amigos, conquistando afetos!”
2º momento – Ensaios das coreografias das músicas afro
2º Dia: 16/07 – Terça-feira:
1º Momento: Rotina conforme o já recomendado:
Atividade: Tocando e sentindo meu amiguinho: Tato
A educadora deverá preparar o ambiente bem descontraído: se possível colocar tapes ou TNT para forrar o chão; colocar uma mesa com óleos e/ou hidratantes perfumados;
Colocar uma música ambiente – orquestrada;
Pedir que cada uma das crianças, escolher entre elas um amiguinho ou amiguinha para passar o óleo ou o hidratante; se sobrar alguma criança essa deverá realizar a atividade com a professora;
Solicitar que as crianças tirem a parte de cima da roupa e ao som da música uma criança passará o óleo ou hidratante na outra criança e vice-versa – durante a massagem a educadora deverá desenvolverá orienta assim... Toque as mãos do seu amiguinho, esfregue bem devagarzinho a sua mãozinha com óleo nas mão dele; agora vá subindo pelos braços bem devagarzinho e massageie os bracinhos dele (a); coloque óleo ou hidratante em suas mãozinhas], todos fechem os olhos, agora massageie o rostinho do seu (a) amiguinha, só nos olhos, só na face, só nas sobranchelhas, só nas orelhas, quem estiver sendo massageado deite-se, agora massageie só os dedinhos do pé, agora só o pezinho, a canelinha, e assim sucessivamente; tocar os papéis quem massageou agora será massageado seguindo as mesma orientações.
Abrir uma rodinha de conversa: O que sentiram ao ser massageado pelo amiguinho (a)? Gostaram? Por que? O que sentiram ao massagear o amiguinho (a)? Gostaram? Por que? Que partes do corpo usaram para tocar e massagear o (a) amiguinho (a)? O que sentiram ao tocar a pele? Através das mãos, dos dedos podemos sentir outras sensações. Quais são? (quente, frio, gelado, macio, duro, áspero) – ir passando na rodinha diferentes materiais( gelo, uma almofada, algodão, lixa, um ovo quente, etc) para que as crianças percebam que através da pele (tato) podemos perceber as diferentes formas de ser das coisas no mundo;
Para casa: pesquisar em livros e revistas figuras de pessoas usando o tato (mãos/dedos para realizar algo) – trazer para a classe;
3º Dia – Quarta-feira: 17/07 - Com meu amigo é mais fácil caminhar:
1º Momento: Rotina conforme o já recomendado:
Atividade
Com meu amigo é mais fácil caminhar: As professoras em duplas irão organizar o circuito das sensações com diferentes materiais espalhados pelo pátio/frente da escola ou no parque: areia, argila, pó de serra, galhos secos, folhinhas secas, papel de jornal, pedrinhas, grãos, plásticos de bolhinhas, papelão, água, um pedaço de espuma molhada, etc.;
As educadoras explicam que cada um deverá escolher um amiguinho (a) para ser seu guia no circuito – mão amiga que me guia;
A criança com os olhos vendados deverá fazer o percurso do circuito com o amiginho segurando a sua mão e o guiando até cada um dos materiais, onde a criança pisará e todos perguntarão: O que é? A criança deverá responder sobre que material está pisando. As outras perguntam novamente: Como é? A crianças deverá apresentar algumas características do material pisado: é mole, é duro, é macio, é gelado, etc.
Quando a criança tiver concluído o circuito trocam-se os papeis;
Na rodinha: Questionar ás crianças sobre o que sentiram a pisarem nos diferentes materiais? Com que parte do corpo e através do que puderam senti-los? A mão do coleguinha segurando em sua mão, lhe ajudou em alguma coisa? Serviu para que? Se não tivesse o amiguinho segurando a sua mão seria mais fácil ou mais difícil se chegar aos materiais espalhados pelo circuito?
Recolher as gravuras que os alunos trouxeram de casa e pedir para que eles colem em um painel preparado por você com o título: “ Quando toco o outro com carinho, sinto que estou tocando em mim.”
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